quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Alunos do Ensino Fundamental da EE Porto fazem visita a Usina Sérgio Motta.

Fazendo  parte  dos  conteúdos  curriculares  do ensino  fundamental, os  alunos  dos  8ºs Anos A e B  da EE Porto  Primavera  foram  conhecer as  estruturas  da Usina Hidrelétrica  Sergio Mota. 


Com  referência   ao  conteúdo  do caderno  de Ciências, em especial  ao tema Fontes de Energia  Elétrica  e geradores de energia  elétrica, os  alunos estiveram na  Usina.

Na ocasião eles  conheceram vários  tipos de geradores de energia elétrica tais   como: hidrelétricas, solar,  fotovoltaica e turbinas  eólicas.  A  expedição  aconteceu  neste  dia 10 de  outubro  e  contou  com a participação  das  professoras  Divina Borghesan e Eliana Alves da  Silva, respectivamente docentes de Ciências e de Geografia  da  EE Porto.    Esse  tipo de  expedição conta  com a colaboração  de funcionário da  CEESP  que  monitora  a visita  as  instalações da Usina.  Aqueles  que  participam do  evento  têm  e  usufruem de    total  segurança   executada conforme   protocolo  interno  da empresa e  realizada  sob  as  diretivas  do  Sr  Láercio . 


“Em expedições dessa  natureza  os  alunos  têm maior  clareza  de como a   eletricidade chega até às  suas  casas.   A  experiência  in loco  facilita  inquestionavelmente  todo o processo de   aprendizagem e   dá-se  numa  dinâmica    que propicia   informações    muito   concretas  e  que  se  fixam  por  muito  tempo.,” disse  a   professora  da turma.

 “ Os  alunos, por exemplo,  visualizaram   esquemas  de  geração de energia  elétrica  por  diferentes  meios e o fizeram    ao vivo.”

 O  monitor  Láercio  explicou  aos presentes  todo o processo de produção de  energia elétrica  por  meio do movimento  das águas, reportando  as  explicações  proferidas   pelas  professores  em seus  contextos  de currículo, da  mesma forma  todo  o processo de produção a  partir  do vento e da  luz  do  sol.



 Nessa  importante fonte de energia  os  alunos    visualizaram  as  placas de  silício e  ouviram  do  monitor  Laércio as  explicações: Esse  é o efeito  chamado de fotovoltaico e  ele  ocorre quando existe  interação   com as  células   solares de silício ,expostas a luz  do sol,  e, ao ser  absorvida,  se converte em energia    elétrica. 


As placas  se  movimentam   acompanhando a  rotação da terra  procurando  a melhor  inclinação  para a  recepção da  luz  solar.  As  modernas  tecnologias e suas  adaptações  fantásticas.



 Os  alunos  conheceram o elevador de peixes, o primeiro  criado  no  Brasil  com   esse  propósito.  




 Mais  dados  sobre  a Usina:
A Usina Hidrelétrica Engenheiro Sérgio Motta, também chamada de Usina Hidrelétrica Porto Primavera, está localizada no Rio Paraná, 28 km a montante da confluência com o Rio Paranapanema. Sua barragem, a mais extensa do Brasil, tem 10.186,20 m de comprimento e seu reservatório, 2.250 km2. A primeira etapa do enchimento do reservatório, na cota 253,00 m, foi concluída em dezembro de 1998 e a segunda etapa, na cota 257,00 m, em março de 2001.




Em Outubro de 2003, entrou em operação a unidade geradora 14, totalizando assim, 1.540 MW de potência instalada. As três primeiras unidades completaram a entrada em operação em março de 1999. Dispõe de eclusa para navegação no Rio Paraná.


Vejam  mais imagens  da expedição: 






sábado, 24 de junho de 2017

GEEL promove evento: bullying, isso não tem graça!

Em  mais  um   projeto  do Grêmio  estudantil   da  Porto os  alunos da Escola   participaram  de  uma conferência   sobre  o  bullying.    Os  convidados    do  GEEL,  Dras  Silvia  Gabriel e  Glaucia  Moro,  falaram    sobre  o  tema  para  os   presentes e  responderam  a  várias  perguntas  sobre  o  mesmo. 

No decorrer  do  evento     foram  apresentados  vídeos   com depoimentos  de alunos e   de professores   da escola  além  de outras  produções  sobre  esse  grande  problema que aflige as escolas  em todas  as  partes  do mundo.

Os    membros  do  GEEL, nova diretoria  2017-2018, responsáveis  pela  construção e  execução  do  projeto  afirmaram que   esses  eventos   fazem parte  do  compromisso  da  Diretoria  com os  alunos  da escola  e  que  há  outros  eventos,  em  fase  de preparação,  para serem   expostos  durante o ano.  

A  Direção  da Escola  fez, como de costume, a  abertura  do  evento  do dia, fez menções  sobre  os  alunos  da Escola  e  sobre  o papel  atribuído  aos  Grêmios  Estudantis. A  direção  mencionou   a presença    do  Grêmio da Escola   que  tem     promovido  importantes discussões de temáticas   relacionadas  ao  mundo  dos estudantes  e  as  mais  variadas  relações  sociais que demandam  dentro da Unidade Escolar.     O  encontro  contou  com a  apresentação  do    cantor  Rafael  Travelo  que interpretou  algumas  canções relacionadas  ao  tema  contextualizando-as  e   se expressando  também sobre  o foco  do  evento.


As  conferencistas  falaram  sobre  o  bullying  na  sociedade  e  principalmente    dentro  das  escolas.  A psicóloga  Silvia   explicou  que esse  fenômeno .  Vejam  algumas  das imagens  do    que  aconteceu  nesse  dia.  Confira.  

















quinta-feira, 4 de maio de 2017

5 mitos que os defensores da ditadura insistem em divulgar: Não tinha corrupção? A educação era melhor? Só foi torturado quem era terrorista?

UBES-   União  Brasileira  dos  Estudantes  Secundaristas

Mais de 50 anos depois do golpe militar que retirou a democracia e direitos humanos no Brasil, ainda há muito desconhecimento sobre este período da História

Centenas de comentários em uma publicação  da UBES no Facebook, no dia 31 de março, mostraram como a população brasileira ainda caminha para superar de fato este triste capítulo. Explicamos aqui alguns dos erros mais comuns ao se falar sobre o regime militar que durou de 1964 a 1985.















“Quem era trabalhador não teve problema”

Segundo relatório da Comissão da Verdade, entre as centenas de pessoas mortas estavam estudantes que protestavam contra alimentos caros, padres que conheciam esquerdistas e até militares que discordavam das torturas.

Para ser censurado, perseguido, torturado e morto pela repressão do regime militar, bastava contestar o governo, independente da linha ideológica. Na verdade, bastava o governo pensar que a pessoa contestava, mesmo sem provas. Ou pensar que a pessoa conhecia alguém que contestasse.
É como se ninguém pudesse criticar o governo Dilma quando ela estava na presidência, por exemplo. E nem mesmo conversar com quem criticasse. Se você acha bacana lutar pelo seu país dizendo o que pensa nas ruas, saiba: naquela época não podia.
Comentário no perfil da UBES no Facebook: “Comemorar ditadura na democracia é fácil. Quero ver pedir democracia na ditadura.”
2. Não tinha corrupção
“Pelo menos os militares tinham ética”

Quem disse foi o próprio general Estevão Taurino de Rezende, o militar responsável pela Comissão Gerais de Investigações (CGI): “O problema do comunismo perde expressão diante do problema da corrupção administrativa”.


Entre 1964 e 1986 havia corrupção, o que não tinha eram conselhos fiscalizatórios fora do controle dos militares nem acompanhamento do Congresso, até porque o Congresso foi dissolvido em 1968. Era tudo acobertado.
 Alguns casos que poderiam ter virado “escândalos”, se a política e o jornalismo fossem permitidos: Caso Halles, Caso BUC, Caso Econômico, Caso Eletrobrás, Caso UEB/Rio-Sul, Caso Lume, Caso Ipiranga, Caso Aurea, Caso Lutfalla, Caso Abdalla, Caso Atalla, Caso Delfin, Caso TAA.

Os gastos estratosféricos em “obras faraônicas”, como a hidrelétrica de Itaipu e a rodovia Transamazônica, nunca foram investigados.
Leia mais sobre isso: no livro Ditadura Envergonhada, de Elio Gaspari (2002)

3. A educação pública era melhor

Pelo contrário. O governo militar reduziu drasticamente os investimentos em Educação e liberou a venda de ensino por instituições privadas. Foi a partir daí que o ensino público perdeu qualidade e a classe média passou a pagar pelo serviço em escolas particulares.

A Emenda Constitucional número 1 desobrigou o Estado a gastar um mínimo de 12% com a área. O percentual caiu de 7,6%, em 1970, para 4,31% em 1975 e ficou5% em1978.

Essa emenda de 1969 também incentivou o ensino pago: “O ensino é livre à iniciativa particular, a qual merecerá o amparo técnico e financeiro dos Poderes Públicos, inclusive mediante bolsas de estudos”.
Isso tudo sem entrar no mérito da qualidade do ensino. Os conteúdos que ensinam pensamento crítico, como sociologia e filosofia, foram trocados por matérias institucionais, como Educação Moral e Cívica. O método de alfabetização do Paulo Freire, que estava tendo aplicação ampliada, foi trocado pelo Mobral, que falhou no objetivo de erradicar o anafalbetismo até 1984. Além disso, bilhões de reais foram gastos no projeto.

“Cidadão de bem podia andar tranquilo”

Podia-se andar tranquilo desde que se fosse branco, rico e estivesse em bairros nobres. A Polícia Militar, criada neste período, passou a ficar livre para punir pobres trabalhadores sem provas. Sem falar nos grupos de extermínio, que atuavam com liberdade para torturar e matar qualquer um que considerassem suspeitos.
A prática de “segurança” da época cometeu alguns crimes contra a humanidade como recolher menores abandonados em um ônibus e despejá-los nus no meio da estrada de madrugada.
5. Na ditadura o Brasil desenvolveu a economia

Depende para quem. Com o “milagre econômico”, o PIB brasileiro chegou a crescer 10% por ano. Mas essa realidade não bateu na porta dos trabalhadores.
No auge do crescimento, em 1974, um salário mínimo tinha menos poder de compra do que em 1960.

 Em 1980, os 10% mais ricos  acumulavam metade da riqueza do País, enquanto os 10% mais pobres ficavam só com 12% de toda a riqueza nacional. Essa conta piorou em relação a 1960, quando os mais ricos tinham 38% e, os mais pobres, 18%. Quer dizer, foi o período que mais aumentou o fosso entre pobres e ricos.



quinta-feira, 27 de abril de 2017

Posse da Nova diretoria do GEEL. Novos representantes assumem em clima de grande motivação.

Foi  nesta  segunda  feira, 24 de abril, que  os  novos  representantes   do  Grêmio  Estudantil da EE Porto, assumiram  seus  postos.
Numa cerimônia  em que participaram  os gestores da Escola  muitos  falaram sobre  o papel  dos  Grêmio estudantis  nas escolas  e o  que os alunos esperam  dessas  agremiações. 


O  Presidente    eleito,  Guilherme  Ribeiro  Galbiati,  falou  sobre   a  campanha e  o  que   muitos  alunos esperam do Grêmio  e da  nova  Diretoria  eleita.

Guilherme    se prontificou  juntamente  com os  demais   membros da Diretoria   em   ampliar  as  atividades  do  Grêmio  na Escola  visando  uma maior aproximação  com os alunos  e  desenvolver  novas  atividades.  



Todos os projetos  do Grêmio  que estão sendo  executados  serão mantidos e, se necessário,  aperfeiçoados.  Todos nós sabemos que esses projetos , como  por exemplo a   premiação  de alunos que têm  desempenho  excelente,  são  motivadores para  que outros  participem  e  procurem  se dedicar  mais  aos estudos. 

A nova  diretoria    irá  procurar  novos  parceiros, já  somados  aos   da escola ( grupo   de gestores)  para   viabilização  dos  projetos  novos  que  tentarão  desenvolver  durante o   ano. Os  representantes  do GEEL  agradeceram a  colaboração e o  apoio  que  sempre  receberam dos gestores da Escola.


Na  cerimônia   a  Sra  Maria Helena  Mendes R  Lopes , diretora da Unidade  Escolar,  falou  sobre  o  papel  dos  jovens  e  fez  elogios   a atuação  do Grêmio  da    EE Porto   pelos trabalhos  realizados até então  e reafirmou  que  a gestão  continuará    ajudando-os  dentro  das  expectativas   e conjuntura  atuais. 




A  direção   também  reportou  as possibilidades  do  Grêmio  atuar  junto  aos  demais alunos  visando  ajudar  na manutenção    e ampliação  do  sucesso  de  jovens  da EE Porto, sobretudo  das  séries  finais  do ensino  médio,  na realização de exames  que abrem  o acesso  a  novos estudos e  cursos  superiores.    

O  vice  diretor  Domingos  de Souza Ramos, se preparando para  sua fala, sendo  anunciado pelo prof  Jeovane.  Ele  também  deixou  seu  recado. 


 O vice  diretor fez   um  importante   relato  dos  trabalhos do Grêmio  na Escola  e reforçou  o apoio  que  o  grupo de gestão     tem   oferecido, e  continuará  a fazê-lo,   para  os  novos  membros  que  assumem  nessa data.



O presidente  do  Grêmio, Matheus  Marchetti- 2016-2017 ,(  no centro   ) antes  de passar  a presidência  ao  novo  eleito  também  falou-nos  algo. 


Marchetti  reportou  ao  início  do mandato  de  sua  Diretoria e  disse  que aprendeu  bastante   com  as atividades  e  vários projetos  desenvolvidos pelo   Grêmio da  Porto.   




 Marchetti  e o   novo  presidente  Guilherme  do GEEL.

“ No início  eu  tinha  dificuldades  de  falar  em público, mas com o passar  do tempo  fui  aprendendo  com a ajuda  de todos (..) depois tudo  se tornou  mais fácil. Quando  fomos convidados  para falar  aos  alunos de  um colégio particular, por exemplo,   sobre os trabalhos  do nosso grêmio,  tudo  ocorreu de uma  forma  tão espontânea que  até eu  me surpreendi”   disse    ele  antes  de  transmitir o cargo  para o  novo  presidente.







Num cerimonial  com  bonitas  intervenções  e  todos  muito  a vontade, incluindo-se  uma boa música,  ele  foi  concluído  com um  pequeno coquetel  oferecido  aos presentes.   Vamos  então  conferir  algumas  das   imagens   do encontro.





Confira: